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terça-feira, 6 de junho de 2017

Interesting Activities!

Inglês para Ensino Médio: Sugestão de atividades.


Aulas para o Ensino Médio (EM) são sempre muito complicadas. Claro que essa é apenas minha opinião.

Sugestões de atividades nunca são total desperdício de tempo, ao contrário, elas servem para clarear nossas mentes, pois podemos adaptá-las, se julgarmos boas ideias; mudá-las completamente, se julgarmos ruins e criarmos novas atividades a partir delas.

Gosto de iniciar as aulas sempre, ou quase sempre, com frases. Considero “quotes” sempre muito interessantes, pois além, muito além de apenas trabalhar o vocabulário, o professor pode criar nos alunos o hábito de reflexão daquilo que leram.

O que segue agora são duas sugestões para os professores do EM.

Sugestão I:

Inicie a aula com a frase de Malcolm X:

Education is the passport to the future, for tomorrow belongs to those who prepare for it today”.

Próximo passo:

Organize um debate sobre a frase de Malcolm X: metade da turma faz o papel de “advogados de defesa”, posicionando-se a favor da ideia de que educação seja um passaporte para o futuro; a outra metade faz o papel de “promotores”, contra a ideia.

Então...

Após as apresentações, os alunos votam expressando suas opiniões pessoais. Havendo tempo e interesse, pode-se encaminhar uma pesquisa sobre a vida e as conquistas de Malcolm x e/ou outros ativistas humanos.

Tempo:

Esse é o maior problema no EM. Nunca dá tempo para fazer tudo. A duração da atividade pode ficar por conta do professor, se não houver tempo suficiente para termina-la em sala de aula, peça para que preparem algo em casa e na próxima aula continuem retomando do ponto que parou. Em circunstâncias normais, uma atividade dessas levaria de 30 à 45 minutos.

Sugestão II:

Inicie a aula com a frase de Eleonor Roosevelt:

“Great minds discuss ideas; average minds discuss events; small minds discuss people”.

Próximo passo:

Estimule um debate entre os alunos sobre a frase. Peça-lhes que deem exemplos ilustrando suas opiniões com base em suas experiências pessoais.
Questões que podem ser formuladas:

Ø     O que você chamaria de “mente brilhante”?
Ø     Como a busca pelo conhecimento e por novas ideias pode melhorar nossa qualidade de vida e a daquelas que nos cercam?

Tempo:

De 15 à 20 minutos dependendo do andamento da atividade.

Outra dica:

O professor pode fazer atividades do tipo com colegas de outras disciplinas como Geografia e História.


ATENÇÃO: Professores, e sei que são muitos que acessam esse espaço, pois tenho recebido mais de 4.000 visitas diárias, caso você use alguma dessas sugestões, peço que deixe um comentário dizendo como foi a mesma, se funcionou ou como essa postagem te ajudou. 

Grato pela atenção. 

Game Suggestions

Jogos para aulas de inglês. Por Bruno Coriolano.




Mais uma final de semana chegando e lá vamos nós, procurar mais ideias e atividades para fazer na semana que vem. Isso mesmo, não é bem uma hora de descanso, mas de pesquisa.


Tenho recebido muitos e-mails esses últimos meses de professores de Língua Inglesa pedindo sugestões de atividades e resolvi dá um help aqui.


Essa aula deveria durar em torno de 30 minutos.


WARMER:


Comece falando sobre “sports”. Escreva essa palavra no quadro e peça aos alunos para falarem a primeira coisa que vem na cabeça deles ao ouvirem palavras como “Soccer”; “golf”; “basketball”, “Tennis”...

Escreva no quadro tudo que os alunos disserem (lembrem-se que alguns deles são visuais e precisam ver e não comente ouvir as palavras). Na verdade, não sei o que eles diriam, mas pode-se esperar desde nomes de jogadores até algo sobre os equipamentos usados.


(fim do warmer)


Depois de ter já algumas palavras, divida a turma em dois grupos de desenhe um campo de futebol como esse abaixo:




O desenho da bola ao centro pode ser feito com uma cartolina, pois vai precisar ser removida para frente e para traz. Peça para os dois grupos ou times escreverem perguntas relacionadas ao assunto estudado, tipo “WH questions”, “perguntas que exijam o uso da terceira pessoa” etc. (seria legal pedir para eles escolherem o nome de cada time. Peça para o grupo A escolher o nome do grupo B e vice-versa).


Toda vez que um time responder as perguntas corretamente, avança para a outra linha do campo adversário. Se o time A responder corretamente à pergunta de B, ele move contra o gol adversário, mas se B também responder corretamente, ele, grupo B, manda a bola de volta. Tente colocar emoção no jogo interferindo às vezes com perguntas mais difíceis. Ao final quem atingir o gol mais vezes, ganha o jogo. Lembre-se de mover apenas sobre todas as linhas, ou seja, para fazer um gol, saindo do centro, o grupo deve responder à 3 perguntas corretamente e fazer o outro grupo não acertar nenhuma.



FACEBOOK SEE/SP


sexta-feira, 26 de maio de 2017

Informação para Professores da SEE/SP - Língua Inglesa

Se você é professor de Inglês, não perca a oportunidade! A EFAP, em parceria com a Associação Cultura Inglesa São Paulo, irá ofertar novos cursos do Programa de Formação Continuada de Professores de Língua Inglesa para a capital, litoral e interior do Estado de São Paulo.

Com o intuito de proporcionar o aperfeiçoamento linguístico, conhecimentos educacionais e instrumentos de reflexão sobre a prática em sala de aula, serão oferecidos os cursos: Língua Inglesa, realizado presencialmente pela Associação Cultura Inglesa São Paulo; e Aperfeiçoamento online para professores da Rede Pública, realizado a distância pela Faculdade Cultura Inglesa.
Para a formação no curso Língua Inglesa serão realizados testes classificatórios presenciais, nas unidades da Cultura Inglesa em Araçatuba, Bauru, Butantã, Campinas, Diadema, Franca, Guarulhos, Higienópolis, Ipiranga, Itaim, Itaquera, Jabaquara, Marajoara, Mauá, Mogi das Cruzes, Osasco, Penha, Piracicaba, Pirituba, Presidente Prudente, Rio Claro, Santana, Santo Amaro, Santo André, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, Sorocaba, Tatuapé, Taubaté, Vila Carrão e Vila Mariana, entre os dias 29/05 e 24/06. O candidato deverá fazer sua inscrição para o teste, por telefone, na filial em que pretende realizar o curso. O resultado de classificação será divulgado no dia 10/07, no site da Faculdade Cultura Inglesa.
Já o curso Aperfeiçoamento online para professores da Rede Pública será totalmente a distância, com início no segundo semestre de 2017. Os interessados deverão preencher a ficha de cadastro para participar do processo seletivo, até o dia 13/07, também no site da Faculdade Cultura Inglesa.
Dentre os requisitos para participação, não poderão se inscrever no Programa os professores que já fazem ou farão outro curso também objeto de bolsa da Cultura Inglesa SP ou de outra instituição. Ainda, para o curso a distância, o candidato deve ter concluído o Módulo 9 de Língua Inglesa na Cultura Inglesa, ou ter obtido uma classificação superior ao Módulo 9 no teste de Língua Inglesa, ou, ainda, ter o TOEIC com pontuação acima de 700 pontos.
Para mais informações, acesse o site da ação.

Público-alvo: Professores portadores de licenciatura em Língua Inglesa (permitida a dupla licenciatura Inglês-Português), efetivos ou temporários, que estejam obrigatoriamente ministrando aulas de Inglês na rede pública estadual, ou professores efetivos em Língua Inglesa designados para funções relacionadas à formação continuada; professores efetivos em Língua Inglesa, permitindo-se também a candidatura de professores efetivos de Língua Portuguesa, desde que tenham licenciatura dupla e estejam ministrando aulas de Língua Inglesa na rede pública estadual, Etecs e Fatecs; professores de Língua Inglesa, categoria OFA, com aulas prioritariamente nos CELs.


quinta-feira, 20 de abril de 2017

BLUE WHALE - GAME

O que é o jogo "Baleia Azul" e como abordá-lo na escola

O desafio que circula entre os jovens assusta famílias e educadores. Já houve denúncias de alunos que tentaram suicídio depois de participar do jogo

por:
WS

Wellington Soares
20 de Abril 2017 - 13:47
Depois de "13 Reasons Why" ("Os 13 Porquês")uma série da Netflix que aborda os motivos que fizeram uma estudante do Ensino Médio tirar a própria vida, outra história entrou na conversa e na zona de atenção de famílias e educadores do país. É jogo Baleia Azul. A "brincadeira" funciona assim: oparticipante faz um pacto com os "curadores"responsáveis pelo jogo, e começa a receber desafios pelas redes sociais. De metas simples, como assistir a filmes de terror durante a madrugada ou atravessar uma rua de maneira lenta, elas se tornam mais perigosas com o tempo. Além de mutilar partes do corpo, reza a lenda que o desafio final é cometer suicídio. 
Quem tenta desfazer o pacto e parar de jogar sofre ameaças: "Os curadores dizem que vão perseguir e matar a família do participante", conta o Coronel Arnaldo Sobrinho, do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) da Paraíba, que afirma já ter recebido mais de 20 denúncias de pais, professores e adolescentes que estariam envolvidos com o jogo, colocando a vida em risco e até recebendo ameaças. 
"Jogos como esse surgem em ondas e não costumam ser muito discutidos em nenhum grupo social", afirma Telma Vinha, professora de Psicologia Educacional da Unicamp e colunista de NOVA ESCOLA. Para ela, é importante que todas as pessoas que convivem com crianças e adolescentes fiquem atentos a possíveis mudanças de comportamento. E essa tarefa, é claro, também envolve a escola.  "O mais importante é que gestores e professores identifiquem estudantes mais frágeis, que estão passando por dificuldades, e ofereçam a eles a possibilidade de ser escutados", diz a especialista. 
Leia cinco dicas para lidar com o assunto: 

Ilustrações: Alice Vasconcellos

1) Identifique alunos que precisem de ajuda 
Segundo Telma Vinha, alunos mais frágeis, que enfrentam dificuldades, têm tendência a aderir a desafios como os oferecidos pelo jogo Baleia AzulAs crianças são envolvidas por uma necessidade de se sentir valorizadas, pertencentes a um grupo, de fazer algo desafiador e de experimentar sensações fortes. 
Esses estudantes podem estar passando por situações difíceis. Por isso, é importante que a escola passe a observar de perto mudanças de comportamento. Jovens em sofrimento tendem a ter alterações no desempenho escolar, menos apetite (e, portanto, podem perder peso), se tornar mais tímidos e ter episódios repentinos de choro. "Também é comum que eles procurem um professor de quem eles gostem apenas para estar perto mesmo. Nesses momento, é comum que elas façam perguntas ou puxem assuntos que parecem não fazer muito sentido para o contexto", explica Telma. 
2) Crie canais de ajuda
Durante rodas de conversa, vale pedir que os alunos sugiram quais canais eles acreditam que podem ser importantes para que colegas procurem por ajuda dentro da instituição escolar. Vale discutir a diferença entre "delação" e "denúncia" com os jovens. É importante que os alunos criem confiança nos colegas para que se abram, mas que saibam que, em situações mais extremas – como em casos que podem acabar em suicídio --, acionar um adulto é fundamental. "Não se trata de ser dedo-duro, mas de pensar como podemos ajudar uns aos outros", diz Telma. 
3) Prepare a equipe para atender os estudantes 
"Escutar é diferente de ouvir", enfatiza Telma. A escuta precisa ser empática e considerar os sentimentos dos alunos. É comum que, ao encarar as reclamações dos estudantes, os adultos as diminuam ou menosprezem. Isso não pode acontecer. "Ela deve ser na direção do que o aluno sente e não se opor isso", recomenda a pesquisadora. 
 
4) Instrua as famílias Mais do que apenas acionar a família quando for identificado que um aluno está passando por um momento difícil ou aderiu ao jogo Baleia Azul, vale fornecer informações para os responsáveis sobre o tema. Listar as possíveis mudanças de comportamento é uma boa opção. Também é interessante reforçar que a escuta deve dar suporte ao jovem e não retaliar suas ações e sentimentos. Em alguns casos, vale destacar que ajuda especializada pode ser encontrada em postos de saúde e Centros de Atenção Psicossocial (Caps) 
 
5) Discuta abertamente o jogo
Se a escola identificar que algum aluno está participando do jogo ou que ele entrou na conversa dos estudantes, é importante discutir abertamente sobre o assunto. Telma Vinha, da Unicamp, sugere que, em rodas de conversa, o orientador educacional (caso haja essa figura na escola) ou o próprio professor faça perguntas como: 
  • O que sabemos sobre o jogo? 
  • O quanto disso será que é verdade? 
  • Por que os "curadores" têm interesse em manipular os participantes? 
  • Por que as pessoas participam do jogo? 
Compreendendo melhor essas questões, os estudantes podem repensar a vontade de participar ou não dele. Durante a conversa, procure não apresentar julgamentos. "Apenas chegar e dizer: 'isso é errado', 'não façam isso' afasta a possibilidade de diálogo com os estudantes", afirma a pesquisadora.