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sábado, 21 de setembro de 2013

terça-feira, 17 de setembro de 2013

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Com aulas em inglês, faculdades buscam internacionalização

Na sala de aula, o professor fala em inglês, e os alunos respondem no mesmo idioma. Na bibliografia, de novo a língua estrangeira. A cena é cada vez mais comum dentro de faculdades brasileiras, mas não se tratam de aulas de idiomas: o inglês é usado para ensinar desde estratégia empresarial até conteúdos que soam difíceis em português, como fraseologia aeronáutica e os temidos cálculos. Em busca de internacionalização, as instituições brasileiras, a exemplo do que é feito em nações como França e Alemanha, oferecem disciplinas ministradas em inglês, o que as torna mais atraentes para estrangeiros e favorece as parcerias com outras faculdades do Exterior.
Na Universidade de São Paulo (USP), a Faculdade de Economia e Administração de Ribeirão Preto (Fearp) oferece aulas do tipo desde 2010. Presidente da Comissão de Relações Internacionais, a professora Luciana Morilas, que também ministra disciplinas no idioma estrangeiro, destaca que o objetivo é a internacionalização da instituição. "Esse tipo de ação, somada às aulas de português para estrangeiros e de um aumento na produção acadêmica em língua inglesa, nos ajuda a estabelecer relações com outras universidades de excelência, que, muitas vezes, colocam isso como um pré-requisito para firmar parcerias", afirma.
No início, obstáculos como a Constituição e o regimento interno da universidade, que impõem o português como língua oficial, tiveram que ser superados. Hoje, porém, os estudantes procuram essas disciplinas, oferecidas por professores da instituição com fluência na língua, para exercitar o idioma. A universidade sempre disponibiliza turmas espelhadas, ou seja, com o mesmo conteúdo em português. "A ideia é que a USP se torne internacional, mas não deixe de ser brasileira. Seguimos valorizando nossa língua materna, inclusive estimulamos os intercambistas a aprenderem o português", lembra Luciana.
Exemplos também no Nordeste e no SulUma das pioneiras, a Universidade de Fortaleza (Unifor) oferece aulas em inglês desde 2009. Atualmente, 22 disciplinas dos cursos de Administração de Empresas, Comércio Exterior e Economia são oferecidas na modalidade, e uma totalmente em língua hispânica passou a ser ministrada neste semestre.
Na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), um projeto piloto disponibiliza aos estudantes de graduação e pós-graduação disciplinas em inglês em cursos como Ciências Aeronáuticas, Letras, Direito, Administração, Ciências da Computação, entre outros. Assim como na USP, no caso gaúcho, a motivação é auxiliar a instituição no processo de internacionalização, mas também existem as opções das mesmas turmas ministradas em português, segundo a diretora de graduação, Valderez Lima. "O inglês é uma escolha do aluno, sempre garantimos a aula na língua materna para todos, até porque alguns não dominam outro idioma", esclarece.
Estudante de Ciências Aeronáuticas da PUCRS, Braidon Gorziza, de 24 anos, aprova a iniciativa. Aluno de um curso que exige um vasto conhecimento do idioma, em função dos manuais de aeronaves, comunicação e bibliografia, ele sabe que, na sua área, o inglês é fundamental. "No nosso curso, devemos ser cidadãos do mundo, já que a profissão é toda voltada para isso", declara. Entre seus colegas, ele não percebeu muita dificuldade em lidar com o idioma, pois quase todos já sabiam da necessidade e haviam se preparado anteriormente. Sobre a adoção do inglês em outros cursos, Braidon faz um alerta: "Se não há demanda pela língua na área, acho um pouco forçado. A gente deve preservar e aprender o nosso idioma".
Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o TerraCartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

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Decreto de Alckmin destina R$ 6,5 milhões a programa voltado também a professores

Um decreto do governador Geraldo Alckmin publicado nesta sexta-feira institui prêmios de bolsas de intercâmbio de um mês para alunos e professores dos Centros de Estudo de Línguas da rede púlbica estadual. O programa vai custar R$ 6,5 milhões e beneficiar 500 estudantes e 110 docentes, um investimento de mais de R$ 10 mil por enviado.
Segundo regulamento publicado no Diário Oficial desta sexta-feira, poderão se inscrever alunos e professores de inglês, francês e espanhol. A bolsa inclui passagem de avião, hospedagem em casa de família, curso intensivo do idioma estudado no Brasil, material didático e atividades extracurriculares para imersão na cultura do país visitado. Também estão incluídos detalhes como assistência para emissão de passaporte, traslado até o aeroporto e auxílio alimentação durante o tempo de deslocamento.
De acordo com o regulamento, uma prova com questões objetivas e redação selecionará os premiados. No caso dos professores, o intercâmbio será para curso de aperfeiçoamento linguístico, incluindo aulas de oralidade e uso de tecnologias e materiais didáticos.
Em todo o Estado há 223 Centros de Estudos de Línguas que atendem cerca de 65 mil estudantes a partir do 7º ano do ensino fundamental até o último do ensino médio.
Este é o primeiro intercâmbio internacional oferecido no Brasil para estudo de línguas e que beneficia alunos do fim do ensino fundamental e do ensino médio. O governo federal tem o programa Ciências Sem Fronteiras que envia alunos de ensino superior ao exterior para cursar um ano em universidade estrangeira.

Inglês na TV

http://www.futura.org.br/blog/2013/06/17/bem-falado-que-tal-aprender-ingles-na-tela-do-futura/

IDIOMS

In the meantime

I'll go to the bathroom. In the meantime, read the idioms.

Enquanto isso